CURSO DE FOTOGRAFIA CONSCIENTE

CURSO DE FOTOGRAFIA CONSCIENTE

MÉTODO FOTOGRAF'ARTE ®



Nível I: 11 aulas x 2 horas = 22 horas

Local: Instalações Zenith 9 – Barreira – Leiria

PREÇO TOTAL: 211 euros

 

Este curso apresenta uma abordagem distinta incluindo um sistema de interpretação de imagens desenvolvido pela formadora Rute Violante. Este método de análise é uma ferramenta preciosa no diagnóstico emocional do fotógrafo, potenciando também a criação de estratégias para a cura e o desbloqueio de algumas situações que assim o exigem.

A fotografia consciente permitirá aos fotógrafos um relacionamento com o mundo mais intenso e consciente, com atenção aos pormenores. Isso incluirá a aceitação da imperfeição como uma dádiva que permite encontrar beleza em tudo o que os rodeia e a ausência de tentativa de controlo da vida.

O desenvolvimento da compaixão será outro fator primordial a desenvolver na fotografia de rua e de retrato, assim como a abertura do ser ao mundo e um aprofundamento do auto-conhecimento e do amor próprio.
Pretende-se que o fotógrafo “aprenda” a ser, viver e fotografar enquanto testemunha silenciosa, vivenciando e sentindo a impermanência da vida como uma caixa de surpresas maravilhosas que se abre a cada segundo de vida.
A fotografia aqui assume a busca incessante de beleza, significado e valor, ao mesmo tempo que um crescente distanciamento do ego e da competição.
O fotógrafo que medita e contempla a vida com a tranquilidade de quem observa um rio pode tornar-se um íman de momentos inacreditáveis.
A vida presenteia-nos sempre com momentos cuja magnificência transcende a suposta perfeição das fotografias que nós desejávamos e imaginávamos.
Esse mesmo fotógrafo compreender-se-á melhor a si próprio e aos outros, procurando seguir um caminho que lhe traga consciência e a possibilidade de auto-transcendência.

“Para olhar uma flor, ainda que a tenhamos visto muitíssimas vezes, para olhar essa flor de maneira nova, como se a estivéssemos a ver pela primeira vez na vida, temos de ter uma mente nova – uma mente fresca, inocente, extremamente acordada. De outro modo, não a podemos ver – só vemos as lembranças que projetamos nessa flor, e não vemos realmente a flor…
(…) acordar de madrugada, olhar pela janela ou ir à rua para ver o céu como uma coisa nova, com olhos desenevoados, com uma mente desobstruída – só assim se pode compreender aquela beleza, aquela profundidade e o silêncio que existe entre nós e aquilo. Só assim somos capazes de ver.”
Krishnamurti, in “o despertar da sensibilidade”


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